Em arte, como no próprio mundo pós-pós-moderno, ninguém é mais “senhor de sua própria casa”.
A arte, hoje, ultrapassa o limiar que separa o que é próprio daquilo que é do outro.
Em arte, o anfitrião sempre oferece o que não tem, uma vez que o particular e a propriedade são postos em xeque pelo outro, pelo estranho, pelo bárbaro, pelo estrangeiro.
Mas, o que é o estranho, o bárbaro, o estrangeiro, isto é, o outro?
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